"O homem vive da natureza (...) e tem que manter com ela
um diálogo ininterrupto se não quiser morrer ". ( Marx )
O metabolismo representava para Marx, um processo que vincula os seres humanos à natureza, por meio do trabalho. No volume 3 de " o Capital ", Marx afirma que o homem socializado e os produtores associados precisam governar a natureza de modo racional, por meio do controle coletivo em vez de um poder cego e gastar um mínimo de energia e em condições dignas à sua natureza humana. Pode-se dizer que esse pensamenteo se assemelhava naquele período ao que, futuramente, no século xx, se chamou dos preceitos da sustentabilidade. Foster diz que, para Marx, a natureza era orgânica e ao mesmo tempo, inorgânica, pois transcendia fisicamente a própria matéria humana e, por isso, fazia referência à natureza, como corpo inorgânico do homem. Dentro desta prespectiva podemos concluir que a desagregação da dependência do homem X natureza torna-se impossível, visto que a razão ( trabalho ) e a emoção ( sobrevivência ) permeiam a mesma condição de vida.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
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Interessantísimo, pois não conhecia esta "visão verde" de Marx. Sempre o achei meramente materialista. Vou pesquisar mais acerca dele.
ResponderExcluirParabéns!